quarta-feira, 25 de maio de 2016

[PB69] Ensino carregado de teoria: uma experiência inspiradora junto ao Grupo "Epistemologia, História e Didática das Ciências Naturais"

Ateliê Geográfico (Goiânia/GO)
[volume 10, número 1, p. 113-139, Abr. 2016]
PRIMEIRA PARTE DA APRESENTAÇÃO À COMUNIDADE BRASILEIRA DE GEÓGRAFOS DE UMA INSTITUIÇÃO ARGENTINA DE FEITOS MUITO LOUVÁVEIS NO PROPÓSITO DE ROBUSTECER O ENSINO DE CIÊNCIA. DIRIGIDO POR AGUSTÍN ADÚRIZ-BRAVO, O "CENTRO DE FORMACIÓN E INVESTIGACIÓN EN ENSEÑANZA DE LAS CIENCIAS" (CeFIEC) AGREGA VÁRIOS GRUPOS DE PESQUISA, DENTRE OS QUAIS UM, EM ESPECIAL, MERECE ATENÇÃO: O "GEHyD" - "GRUPO DE EPISTEMOLOGÍA, HISTORIA Y DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS NATURALES" -; QUE REÚNE JOVENS PESQUISADORES INTERESSADOS EM CONCEBER ESTRATÉGIAS PARA INCORPORAR TEMAS DE FILOSOFIA DA CIÊNCIA ("RACIOCÍNIO ARGUMENTATIVO", "CONTEXTUALIDADE", etc.), A FIM DE QUE TANTO A FORMAÇÃO ESCOLAR DE CRIANÇAS, QUANTO A UNIVERSITÁRIA DE FUTUROS PROFESSORES GANHEM MAIOR SUBSTÂNCIA TEÓRICA.
[extrato: "Adúriz-Bravo inscreve-se dentre aqueles que, interessados pelo tema da formação científica de mestres, intentam trazer à discussão questões de ordem filosófica ... sendo que com o preciso propósito de aperfeiçoar o ensino da ciência. No caso porém do pesquisador, integra um círculo ao qual já ficou claro que o enaltecimento do modelo construtivista em educação científica tornou-se abusivo; logo, sem o reconhecimento de sua limitações. Não seria o caso, é evidente, de impor modelos interpretativos, mas sim de, uma vez eleito (em consenso) o de mais adequada correspondência com o conteúdo a ensinar, evitar o relativismo pouco esclarecedor – relativismo para o qual toda e qualquer explicação do mundo possuiria igual valor e validade. Por essa razão, seria importante recuperar 'versões temperadas' dos modelos clássicos (o realista e o racionalista, p.ex.), a fim de que a educação científica não reste parcial, nem perca solidez e qualidade." (116)]
LINK: https://www.revistas.ufg.br/atelie/article/view/40552/21115

quarta-feira, 13 de maio de 2015

[PB68] A longevidade da geografia teorética e quantitativa: trilogia descritiva de um caso europeu (parte três)

Geografia (Rio Claro/SP)
[volume 40, número 1, p. 5-34, Jan./Abr. 2015]
ARTIGO EM QUE APRESENTAMOS A HISTÓRIA DE UM CENTRO PIONEIRO, DIFUSOR DOS IDEÁRIOS DA "NOVA GEOGRAFIA" (SOBRETUDO AQUELES A VER COM O SISTEMISMO E A MODELAGEM MATEMÁTICA) - CENTRO PARA ONDE, CURIOSAMENTE, AINDA HOJE CONFLUEM OS PRATICANTES DE UMA GEOGRAFIA TEORÉTICA E QUANTITATIVA. TRATA-SE DE ENCONTROS MANTIDOS ININTERRUPTOS DESDE OS ANOS 1970. ESTA TERCEIRA E ÚLTIMA PARTE DA HISTORIOGRAFIA APRESENTA O CASO DOS "ENCONTROS THÉO QUANT", QUE VÊM A SER A VERSÃO ATUAL DOS ANTIGOS "COLÓQUIOS DE MÉTODOS MATEMÁTICOS". COMENTANDO O QUADRO DE MATÉRIAS TRATADAS NESTAS REUNIÕES AINDA CORRENTES, APONTAMOS OS SINAIS CATEGÓRICOS DA LONGEVIDADE DO IDEÁRIO TEORÉTICO EM SOLO EUROPEU.
[extrato: "Mais além do papel de divulgar recentes empreendimentos técnicos e intelectuais
(talvez até o propósito que mais imediatamente vêm à cabeça e mobiliza a gente
participante), o ThéoQuant simboliza a fertilidade inerente à incidência de visões (agora,
talvez, o propósito menos espontaneamente lembrado, mas certamente por todos
admitido). A própria anfitriã das primeiras edições, Maryvonne Le Berre, convicta da
essencial função daquele fórum, enalteceria/reafirmaria insistentemente, em editoriais,
sua razão de ser: a promoção do encontro (e confronto!) de pontos de vista de
diferentes gerações. Gerações que acabam sendo de diferentes países europeus ... e
pontos de vista que dizem respeito tanto à operacionalidade técnica (ou significância
epistemológica) dos instrumentos, quanto a sua conveniência ao tratamento de temas
concretos mais prementes ..." (27)]
Link#2: http://repositorio.unb.br/handle/10482/21859

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

[PB67] Aspectos históricos da fotografia e realizações em geografia

Geografia e fotografia (Org.: Valdir A. Steinke; Dante F. Reis Jr.; Everaldo B. Costa)
[Brasília: eLAGIM, 2014. 222p. (p. 11-44)]
CAPÍTULO QUE FAZ UM MOSTRUÁRIO PANORÂMICO SOBRE A HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA - CONTUDO, CHAMANDO A ATENÇÃO MAIS PRECISAMENTE PARA O USO DA GRANDE DESCOBERTA NOS TRABALHOS CIENTÍFICOS. SÃO PRESUMIDAS, NESTE SENTIDO, AS FUNÇÕES-CHAVE QUE O PROCEDIMENTO FOTOGRÁFICO VEIO A PODER CUMPRIR TAMBÉM EM CIÊNCIA (E SOBRETUDO A FIM DE AUXILIAR AS PRÁTICAS DEMONSTRATIVAS). ESSA INTRODUÇÃO GENÉRICA É SEGUIDA DA APRESENTAÇÃO DO "CASO GEOGRAFIA", QUANDO ENTÃO COMENTAMOS ALGUNS EPISÓDIOS SIGNIFICATIVOS E NOTÁVEIS PERSONAGENS.
[extrato: "Já numa aproximação com a Geografia, num misto de ciência e arte, há o muito simbólico caso das fotografias de viagem e exploração. Ainda antes da vulgarização do daguerreótipo, o instrumento já vinha sendo empregado, por exemplo, num dos mais particularmente “geográficos” objetos de registro: a inventariação de patrimônios. Naturais e culturais. De acidentes da natureza a obras de arquitetos. Acidentais descobertas ou encomendas. A ver com estas últimas, temos o famoso caso da Missão Heliográfica francesa, nos anos 1850; incumbida de fazer o diagnóstico do estado de conservação do patrimônio arquitetônico, em mais de cem lugares visitados." (p. 18-19)]
SOLICITE UMA CÓPIA! (dantereis@unb.br)

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

[PB66] A longevidade da geografia teorética e quantitativa: trilogia descritiva de um caso europeu (parte dois)

Geografia (Rio Claro/SP)
[volume 39, número 3, p. 415-447, Set./Dez. 2014]
ARTIGO EM QUE APRESENTAMOS A HISTÓRIA DE UM CENTRO PIONEIRO, DIFUSOR DOS IDEÁRIOS DA "NOVA GEOGRAFIA" (SOBRETUDO AQUELES A VER COM O SISTEMISMO E A MODELAGEM MATEMÁTICA) - CENTRO PARA ONDE, CURIOSAMENTE, AINDA HOJE CONFLUEM OS PRATICANTES DE UMA GEOGRAFIA TEORÉTICA E QUANTITATIVA. TRATA-SE DE ENCONTROS MANTIDOS ININTERRUPTOS DESDE OS ANOS 1970. ESTA SEGUNDA PARTE DA HISTORIOGRAFIA CARACTERIZA A NATUREZA TEMÁTICA DAS COMUNICAÇÕES DOS PARTICIPANTES; SENDO RESSALTADA TAMBÉM A PRODUÇÃO INTELECTUAL DE QUATRO PERSONAGENS LOCAIS.
[extrato: "Se para o aspecto teorético teríamos o ‘aménagement’, e para o quantitativo, a ‘statistique’, se fôssemos propor um substativo-emblema para o viés técnico assumido pela Geografia dos anos 1970, sugeriríamos: informatique. Porque ela, que será referida já nas primeiras edições dos Colloques, estará presente, continuamente, noutros momentos." (416)]
Link#1: http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/ageteo/article/view/10258
Link#2: http://repositorio.unb.br/handle/10482/21843

sábado, 15 de novembro de 2014

[PB65] Universais de filosofia, história e geografia das ciências ... e o exemplar fértil da ciência geográfica

XIV Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia
[08-11 Out. 2014, UFMG, Belo Horizonte, Anais, 15f.]
DIVULGAÇÃO DE UM PROTÓTIPO DIDÁTICO PARA O ENSINO DE "EPISTEMOLOGIA DA GEOGRAFIA": EMPREGO DE SEIS TÓPICOS-CHAVE ("ORIENTAÇÃO FILOSÓFICA", "FRONTEIRA E LINGUAGEM IDENTITÁRIA", "CAUSALIDADE E INDETERMINAÇÃO", "SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO", "PADRÕES DE EVOLUÇÃO" e "DIMENSÃO TÓPICA"); TÓPICOS ESTES, CLASSIFICADOS EM TRÊS ÂMBITOS METADISCIPLINARES: FILOSOFIA DA CIÊNCIA ("FC" - OS TRÊS PRIMEIROS), HISTÓRIA DA CIÊNCIA ("HC" - OS DOIS SEGUINTES) E GEOGRAFIA DA CIÊNCIA ("GC" - O ÚLTIMO).
[extrato: "... desejamos apresentar um balão de ensaio que reputamos interessante (e sobretudo por se tratar de um caso esquecido pela literatura em FC e HC): a ciência geográfica. Nosso propósito é, primeiramente, destacar o que julgamos ser os principais aspectos identitários dos estudos trisetoriais, de FC, HC e GC; e, em seguida, demonstrar de que formas estes aspectos têm podido (ou poderiam, virtualmente) ser explorados por eventuais interessados em historiografia ou epistemologia da Geografia." (p. 1)]
LINK: http://www.14snhct.sbhc.org.br/conteudo/view?ID_CONTEUDO=800
D.O.I.: 10.13140/2.1.3061.3284

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

[PB64] Filosofia e história da ciência geográfica: potencialidades de investigação pelos aspectos da linguagem e do vocabulário

IX Encuentro de Filosofía e Historia de la Ciencia del Cono Sur e XXV Jornadas de Epistemología e Historia de la Ciencia
[15-19 Sept. 2014, Universidad Nacional de Córdoba, Los Cocos, Argentina, Anais, p. 50]
COMUNICAÇÃO EM QUE APRESENTAMOS UMA PROPOSTA DE ABORDAGEM DIDÁTICA DOS MATIZES DE PENSAMENTO GEOGRÁFICO, MEDIANTE A IDENTIFICAÇÃO DE TERMINOLOGIAS E EXPRESSÕES DE ALTA INCIDÊNCIA NO DISCURSO DE PERSONAGENS SEUS REPRESENTANTES. ESTABELECEMOS, PARA ISSO, ALGUNS TERMOS-CHAVE COM FINALIDADE METODOLÓGICA: "CLÁUSULAS" (ELEMENTOS IDENTITÁRIOS DE CADA SISTEMA DE PENSAMENTO FILOSÓFICO); "ATRIBUTOS" (IDENTITÁRIOS DE CADA ESCOLA DE PENSAMENTO CIENTÍFICO - NESTE CASO, O GEOGRÁFICO); "HIPÓTESE DE CORRESPONDÊNCIA" (SUPOSTA "INOCULAÇÃO" DA ESCOLA [E] PELO SISTEMA [S], VIA REBATIMENTO "C->A"); E "ESTIGMAS LINGUÍSTICOS" (EXPRESSÕES TEXTUAIS PELAS QUAIS SE DEDUZIRIA A MANIFESTAÇÃO DAQUELE REBATIMENTO).
[extrato: "Na história da ciência geográfica, é possível divisar quatro matizes gerais ao longo de um século (1870-1970): GC, GTQ, GCR e GHP – siglas para quatro escolas de pensamento. Para cada uma delas, dada a sintonia com sistemas filosóficos respectivos (PC, PL, M e F), definem-se atributos identitários que terão um específico efeito vocabular: expressões conotativas de 'visibilidade', 'eficiência', 'infortúnio' e 'cognição'." (p. 50)]
SOLICITE UMA CÓPIA! (dantereis@unb.br)

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

[PB63] A longevidade da geografia teorética e quantitativa: trilogia descritiva de um caso europeu (parte um)

Geografia (Rio Claro/SP)
[volume 39, número 2, p. 191-223, Mai./Ago. 2014]
ARTIGO EM QUE APRESENTAMOS A HISTÓRIA DE UM CENTRO PIONEIRO, DIFUSOR DOS IDEÁRIOS DA "NOVA GEOGRAFIA" (SOBRETUDO AQUELES A VER COM O SISTEMISMO E A MODELAGEM MATEMÁTICA) - CENTRO PARA ONDE, CURIOSAMENTE, AINDA HOJE CONFLUEM OS PRATICANTES DE UMA GEOGRAFIA TEORÉTICA E QUANTITATIVA. TRATA-SE DE ENCONTROS MANTIDOS ININTERRUPTOS DESDE OS ANOS 1970. ESTA PRIMEIRA PARTE DA HISTORIOGRAFIA RADIOGRAFA AS CIRCUNSTÂNCIAS DE CONFORMAÇÃO DA CIDADE DE BESANÇON COMO POLO ONDE SE DESENVOLVERIA UM GRUPO DE ATORES IMBUÍDOS DA CAUSA RENOVADORA.
[extrato: "São dois os personagens cardeais, responsáveis pela iniciativa de criar um encontro científico, pensado para que em Besançon confluíssem, sazonalmente, pesquisadores interessados e engajados na modernização técnica vivida pela ciência geográfica. Jean-Philippe Massonie (1936-2009) e Jean-Claude Wieber (1932-2011)." (p. 196)]
Link#1: http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/ageteo/article/view/9317
Link#2: http://repositorio.unb.br/handle/10482/21842