segunda-feira, 10 de maio de 2021

[PB88] Geografia, essa estranha (des)conhecida: feitos e potencialidades da ciência geográfica no âmbito da epistemologia

Filosofía e historia de la ciencia y sociedad en Latinoamérica: volumen II: a filosofia das ciências sociais na América do Sul / ciencia, género(s) y feminismo(s) (Org.: Claudio Abreu; Federico Bernabé; Sandra Caponi; Alberto Oliva)

[Buenos Aires: AFHIC, 2021. 237p. (p. 42-65)]

CAPÍTULO QUE APRESENTA À COMUNIDADE DE PESQUISADORES LATINO-AMERICANOS EM HISTÓRIA E FILOSOFIA DAS CIÊNCIAS O CASO POUCO DIFUNDIDO DOS ESTUDOS EM HISTORIOGRAFIA E EPISTEMOLOGIA DA GEOGRAFIA. ISSO É FEITO A PARTIR DE TRÊS ÂNGULOS DE ABORDAGEM: UMA NARRATIVA QUE SUMARIA A TRAJETÓRIA EVOLUTIVA DA CIÊNCIA GEOGRÁFICA; UM PANORAMA DAS PESQUISAS FILOSÓFICAS SOBRE A NATUREZA DA DISCIPLINA; E A PROPOSIÇÃO DE UM MODELO DE ABORDAGEM METACIENTÍFICA QUE SE CARACTERIZARIA PELA GEOGRAFICIDADE DA PERSPECTIVA ANALÍTICA.
[extrato: "[...] aspectos outros, inerentes à análise espacial, poderiam ascender aos estudos de segunda ordem; sofisticando um pouco mais as abordagens geográficas da Epistemologia. Nos referimos, em particular, a estudos de dinâmica regional que mesclam insights geofísicos e fitológicos – quando, então, dois ângulos de análise passariam a prefigurar como fecundos: um, que poria em destaque a ideia de epicentro (fenômeno que, uma vez eclodido, desencadeia dinâmica de reverberações sucessivas); e outro, que chamaria a atenção para as características de uma das etapas da evolução irrompida (o período fértil do epicentro)." (p. 60)]
LINK: http://www.afhic.com/wp-content/uploads/2021/05/AFHIC_VolumenII.pdf

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

[PB87] Filosofia da ciência e geografia física

Humboldt: Revista de Geografia Física e Meio Ambiente (UERJ)

[volume 1, número 2, p. 1-43, Jan./Jun. 2021]
A PARTIR DE UMA DIFERENCIAÇÃO ENTRE O QUE SERIAM AS ATRIBUIÇÕES DA FILOSOFIA E DA FILOSOFIA DA CIÊNCIA (FC), DEMONSTRAMOS O POTENCIAL AUXÍLIO QUE A CONSAGRADA LITERATURA EM "FC" PODE DAR A UM EXAME TEÓRICO SOBRE OS ESQUEMAS DE REPRESENTAÇÃO E DE INTERVENÇÃO NA GEOGRAFIA FÍSICA (GF) - UM EXAME QUE SERIA, DE FATO, "EPISTEMOLÓGICO". PARA ISSO, SELECIONAMOS ALGUNS DOS AUTORES MAIS RELEVANTES DA "FC" POSTERIOR À SUA FASE NEOPOSITIVISTA; E SUGERIMOS EXEMPLOS DE ESTUDO EM QUE A LEITURA QUE ELES PROPÕEM TERIA UMA INTERESSANTE APLICABILIDADE NA "GF".
[extrato: “(...) estudos de Filosofia 'da Geografia' não serão nunca equivalentes a estudos de Filosofia da Ciência 'aplicada à Geografia'. Entre os primeiros podem se inserir indagações de pretensão essencialista, como a de nos perguntarmos sobre a natureza do espaço geográfico ou sobre a condição existencial do sujeito neste espaço. Já entre os segundos – bem mais apropriados a aclarar as rotinas práticas de produção de conhecimento 'científico' (isto é, útil, aproximado e contrastável) –, indagações centradas nos fatores que viabilizam e condicionam essa produção: os aspectos lógico-cognitivos (consistência das estruturas teóricas que representam fenômenos, adequação dos artefatos técnicos para a captura e o tratamento da informação etc.) e sociológico-contextuais (demandas de época, instituições promotoras, redes de cooperação etc.). Em terceiro lugar, o fato dos pesquisadores lidarem com fenômenos de naturezas distintas quando praticam GF e geografia humana, não implica que as perspectivas filosóficas a serem utilizadas (ou identificadas) tenham de ser, fatalmente, de naturezas também distintas. O geógrafo humano (especialmente se alinhado à teoria social crítica) lida com processos que podem envolver o que entenderá ser a manifestação de injustiça, segregação, perversidade; então ele, 'naturalmente', é atraído a se valer de autores de linhagem continental. Ao passo que o geógrafo físico, por lidar com dinâmicas sobretudo naturalistas (balanços de energia, transportes de matéria, colapsos e reequilíbrios), seria o que, 'previsivelmente', deveria se servir de autores que se dedicaram a pensar as ciências físicas. Bem, o grande erro aqui está em ignorar que, se o objetivo é o de precisamente proceder a uma investigação epistemológica, há uma especial família de autores especialistas a ser consultada; e que essa fonte filosófica (ainda que mormente constituída de examinadores de ciências exatas e empíricas) tem valor instrutivo transdisciplinar.” (5, grifo nosso)]
Link: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/humboldt/article/view/57372/36817

sábado, 5 de dezembro de 2020

[PB86] Retórica retrocessiva contra a ciência progressista: antirracionalismo, maffesolismo e discursos obscurantistas decorrentes

XVII Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia

[23-27 Nov. 2020, UNIRIO, Rio de Janeiro, Anais, 15f.]
SUSTENTAMOS QUE OS ATUAIS MOVIMENTOS QUE QUESTIONAM OS VALORES TÉCNICOS E COGNITIVOS DA CIÊNCIA ENCONTRAM CORRESPONDENTES BASTANTE PRETÉRITOS - EPISÓDIOS QUE TAMBÉM JÁ TERIAM PROPOSTO OU QUE ELA É UM TIPO DE CONHECIMENTO "PREPOTENTE", OU QUE OUTRAS FORMAS DE CONHECIMENTO (QUE ELA SUPOSTAMENTE QUERERIA SEGREGAR) SÃO "MAIS NOBRES". ADEMAIS, AFIRMAMOS QUE OS MOVIMENTOS, CURIOSAMENTE, APESAR DE ENCERRAREM TIPOS DE COLETIVOS HETEROGÊNEOS (ALGUNS MUITO PRECÁRIOS INTELECTUALMENTE, OUTROS ATÉ COMPOSTOS POR AUTORES MUITO ERUDITOS), TÊM UM PROJETO EM COMUM: DENEGRIR OS FEITOS DA CIÊNCIA ... POR EXEMPLO, INSISTINDO EM QUE ELA, FATALMENTE, SERVIRIA A INTERESSES IDEOLÓGICOS E/OU A REGIMES POLÍTICOS. PROPOMOS QUE UMA VIA ÚTIL PARA DEMONSTRAR A FRAGILIDADE DE SUA RETÓRICA SERIA APLICAR O "PADRÃO DE ARGUMENTO" DE STEPHEN TOULMIN - PELO QUAL PODERÍAMOS DIZER: A AUSÊNCIA DE CERTOS COMPONENTES QUE SÃO CHAVE PARA DEFINIR BEM A ESTRUTURA LÓGICA DOS ARGUMENTOS (O "QUALIFIER" E O "REBUTTAL", EM ESPECIAL) FRAGILIZAM A CADEIA DE RACIOCÍNIO EM QUESTÃO, NÃO TENDO COMO BLINDA-LA A RETÓRICAS ARDILOSAMENTE PERSUASIVAS.
[extrato: “Personagem que dá nome ao adjetivo 'maffesolista', o sociólogo Michel Maffesoli está bem posicionado no círculo dos que viram na empresa de produção de textos engajados, uma via para inscrever seu nome na dianteira dos que pretendem ser citados por sua erudição lúcida e sensível. Na mira: deslizes da modernidade. O modo retórico de se posicionar: dizer-se minoritário na contracorrente. Cultuado além-França, é sagaz em mobilizar jovens corações e incutir em seus espíritos vulneráveis a doutrina heroica de uma caça incansável a um mostro imbatível.” (p. 9)]
Link: https://www.17snhct.sbhc.org.br/download/download?ID_DOWNLOAD=132

domingo, 22 de março de 2020

[PB85] Teorias e modelos nas ciências humanas: o caso da geografia

Confins (Revue Franco-Brésilienne de Géographie)
[número 44, p. 1-15, Mar. 2020]
RESENHA DO LIVRO “THÉORIES ET MODÈLES EN SCIENCES HUMAINES: LE CAS DE LA GÉOGRAPHIE” (PARIS: ÉDITIONS MATÉRIOLOGIQUES, 2018. 643P.), DO PROFESSOR FRANCK VARENNE, DA UNIVERSIDADE DE ROUEN, FRANÇA. NESTA OBRA, O AUTOR – QUE É UM FILÓSOFO ESPECIALISTA EM EPISTEMOLOGIA E ESTUDIOSO DO USO DE MATEMÁTICAS PELAS CIÊNCIAS SOCIAIS – TRATA PRECISAMENTE DO CASO DE NOSSA DISCIPLINA. VARENNE DEMONSTRA AO LEITOR, CONVINCENTEMENTE, TRÊS PONTOS: (i) QUE A CHAMADA “REVOLUÇÃO QUANTITATIVA” NÃO FOI UM EMPREENDIMENTO MERAMENTE “POSITIVISTA”, NEM SE RESUMIU A UMA FAMÍLIA ESTANQUE DE POSICIONAMENTOS E DE TÉCNICAS (OU SEJA, DO EPISÓDIO, NA VERDADE, DESENCADEARAM-SE MÚLTIPLAS PERSPECTIVAS DE MODELAGEM, QUE SEGUIRAM PROGREDINDO); (ii) QUE A POUCA FAMILIARIDADE DOS GEÓGRAFOS COM RESPEITO À EVOLUÇÃO DA FILOSOFIA DA CIÊNCIA REDUNDOU EM CONFUSÕES INTERPRETATIVAS ENTRE OS COMPROMISSOS METODOLÓGICO, ONTOLÓGICO E EPISTEMOLÓGICO; E (iii) QUE DEVERÍAMOS NOTAR NA GEOGRAFIA A VANTAGEM INERENTE QUE ELA POSSUI DE PROPOR UM TRATAMENTO INTEGRADO DAS MODELAGENS E SUAS MATEMÁTICAS – O QUE NOS PARECE ALTAMENTE AUSPICIOSO ... EMBORA DEVA HAVER OBSTÁCULOS IMPOSTOS POR UMA GEOGRAFIA HUMANA AINDA MUITO REFRATÁRIA ÀS LINGUAGENS ABSTRATAS.
[“No Brasil, como a maioria dos autores de textos versando sobre história e teoria da Geografia é alinhada com vertentes sociais críticas, os leitores ficam reféns de publicações que, normalmente, omitem a amplitude de significados da chamada 'revolução teorética e quantitativa' em Geografia (RTQ). E daí ser comum ficarmos com a impressão de que se tratou de um empreendimento equivocado e breve. E que 'modelo', 'matemática', 'simulação'... isso tudo pode ser reduzido a uma mentalidade tipicamente 'quantitativista' – ou até mesmo 'positivista', na clássica e bastante infeliz abreviação. De hábito, então, os comentaristas que são pouco instruídos em história das ciências não se atentam aos detalhes inerentes à evolução paulatina das técnicas; e, sendo assim, sem conhecer os sucessivos giros ocorridos na direção de um refinamento, nem desconfiam que os recursos que antes eram realmente simplistas (num fisicalismo às vezes bem redutor) foram perdendo espaço para abordagens probabilistas, mais sensíveis à natureza dos comportamentos humanos em questão, sempre sujeita às circunstâncias.” (p. 3).]
LINK: https://journals.openedition.org/confins/26036#tocto1n3

domingo, 22 de dezembro de 2019

[PB84] Valores e circunstâncias do pensamento geográfico francês (parte dois): a “Nouvelle Géographie” segundo o testemunho de Joël Charre

Confins (Revue Franco-Brésilienne de Géographie)
[número 43, p. 1-17, Dez. 2019]
REGISTRO DO DEPOIMENTO DE UM DOS PERSONAGENS PROTAGONISTAS DO GRANDE MOVIMENTO DE RENOVAÇÃO TEÓRICA E TÉCNICA DA GEOGRAFIA, EM SUA MANIFESTAÇÃO FRANCESA (ANOS 1970). OCORRIDAS EM MOMENTOS DISTINTOS (FEV.2017 E MAI.2018), AS DUAS ENTREVISTAS PROCURARAM ESTIMULAR A QUE O DEPOENTE REVELASSE DETALHES A VER COM SUA TOMADA DE CONHECIMENTO DO GIRO METODOLÓGICO, SUAS INICIATIVAS E EMPREENDIMENTOS - BEM COMO SUAS PONDERAÇÕES, A POSTERIORI, ACERCA DO SIGNIFICADO E DOS EFEITOS DA CHAMADA GEOGRAPHIE THÉORIQUE ET QUANTITATIVE (GTQ). ADEMAIS, AS COLOCAÇÕES DO PERSONAGEM CENTRAL AQUI (JOËL CHARRE) PUDERAM OPERAR AS FUNÇÕES DE CONTRASTE OU CORROBORAÇÃO DAS VERSÕES APRESENTADAS POR CHAMUSSY E BRUNET (PERSONAGENS DA PRIMEIRA PARTE).
[“A propósito dessa questão, que tende a problematizar as virtuais relações dos estilos de pensamento e de prática científicos com o viés ideológico dos regimes políticos (que, supostamente, os custeariam), uma série de notáveis publicações já soube desfazer algumas das imagens caricatas – como as que veem na GTQ, e no giro metodológico que ela representa, uma subserviência a gestões e idearios pró-capitalismo, ou um acatamento acrítico de postulados positivistas (Johnston, 1986; Faissol, 1989; Fotheringham, 2006; Kitchin, 2006; Lamego, 2010). Além de ser provável que identifiquemos em outros matizes epistemológicos da Geografia (que não apenas a geografia dos modelos sistêmicos e das técnicas matemático-estatísticas) pelo menos algum dos caracteres do sistema de pensamento positivista – processualística metódica, anseio de precisão, consciência de perfectibilidade, privilégio ao que seja necessário e útil, expectativa de uma explicação prospectiva etc. (Cupani, 1985) –, o próprio fato de importantes agentes da Nouvelle Géographie se dizerem 'de esquerda' (como de esquerda eram Otto Neurath e Rudolf Carnap, do Círculo de Viena) já exemplifica o fato de que as causas em prol de um modelo de ciência mais normativa e rigorosa não guardam necessária relação com um aventado 'conformismo político' (Richardson, 2009).” (p. 13).]
LINK: https://journals.openedition.org/confins/24885

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

[PB83] Valores e circunstâncias do pensamento geográfico francês (parte um): a “Nouvelle Géographie” segundo os testemunhos de Henri Chamussy e Roger Brunet

Confins (Revue Franco-Brésilienne de Géographie)
[número 42, p. 1-21, Dez. 2019]
REGISTRO DOS DEPOIMENTOS DE DOIS DOS PERSONAGENS PROTAGONISTAS DO GRANDE MOVIMENTO DE RENOVAÇÃO TEÓRICA E TÉCNICA DA GEOGRAFIA, EM SUA MANIFESTAÇÃO FRANCESA (ANOS 1970). OCORRIDAS EM MOMENTOS DISTINTOS, AS ENTREVISTAS PROCURARAM ESTIMULAR A QUE OS DEPOENTES REVELASSEM DETALHES A VER COM SUAS RESPECTIVAS TOMADAS DE CONHECIMENTO DO GIRO METODOLÓGICO, SUAS INICIATIVAS E EMPREENDIMENTOS - BEM COMO SUAS PONDERAÇÕES, A POSTERIORI, ACERCA DO SIGNIFICADO E DOS EFEITOS DA CHAMADA GÉOGRAPHIE THÉORIQUE ET QUANTITATIVE (GTQ).
[“Acerca do lugar-comum de rotular a GTQ como corrente de caráter 'neopositivista', estiveram próximas da caricatura as posturas daqueles que adotaram ou negaram a etiqueta – provável efeito de imaginários equivocados sobre o que seriam as perspectivas positivistas (talvez devidos a uma aproximação da filosofia crítica continental, ao invés da filosofia analítica anglo-americana). Chamussy insiste em que a postura intelectualmente ponderada do GD lhes teria salvaguardado de qualquer imputação imprecisa: utilizar modelos estruturados matematicamente, ou empregar linguagem sistêmica, não os tornava positivistas.” (p. 16).]
LINK: https://journals.openedition.org/confins/23675

[PB82] Entre a geografia da ciência e a prática da ciência geográfica: uma narrativa sobre personagens de Montpellier, França

Confins (Revue Franco-Brésilienne de Géographie)
[número 42, p. 1-19, Dez. 2019]
REGISTRO DOS DEPOIMENTOS DE TRÊS PROFISSIONAIS QUE - POR PERSPECTIVAS DISTINTAS - ILUSTRAM A NOTÁVEL SINGULARIDADE DA CIÊNCIA GEOGRÁFICA EM ATRAIR O ENGAJAMENTO DE CIENTISTAS AO SEU ÂMBITO PRÁTICO, NÃO APENAS RETÓRICO (SENDO QUE, ADEMAIS, TORNAM-SE NELE EXÍMIOS, PROFISSIONAIS CUJA FORMAÇÃO DE BASE NEM É DE FATO A GEOGRAFIA). EM DOIS DOS CASOS, SÃO PERSONAGENS PROCEDENTES DAS CIÊNCIAS NATURAIS, MAS QUE VIRAM NA GEOGRAFIA UM CAMPO FÉRTIL PARA ESTUDOS AMBIENTAIS APLICADOS E SOCIALMENTE SENSÍVEIS. O "GEOGRÁFICO" DA SITUAÇÃO APRESENTA-SE TAMBÉM NO FATO DAS TRAJETÓRIAS INTELECTUAIS CONVERGIREM PARA UMA CIDADE (MONTPELLIER, FRANÇA); SÍTIO QUE, HISTORICAMENTE, AMBIENTOU VÁRIOS OUTROS FEITOS E TRAJETÓRIAS.
[“É certo que Montpellier, contemporaneamente, inscreve-se mesmo muito bem como uma 'geografia' onde o espírito investigativo tradicionalmente ligado à ciência geográfica segue dando excelentes frutos – e sobretudo porque estes feitos resultam de um encontro fecundo entre geógrafos e 'não-geógrafos'. Por exemplo, em Montpellier se encontram 'Unidades Mistas de Pesquisa' fortemente baseadas num espírito interdisciplinar, e em que seus pesquisadores concertam seus projetos pelo uníssono dos ideários da gestão racionalizada e da extensão.” (p. 4).]
LINK: https://journals.openedition.org/confins/23570