Geografia e fotografia (Org.: Valdir A. Steinke; Dante F. Reis Jr.; Everaldo B. Costa)
[Brasília: eLAGIM, 2014. 222p. (p. 11-44)]
CAPÍTULO QUE FAZ UM MOSTRUÁRIO PANORÂMICO SOBRE A HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA - CONTUDO, CHAMANDO A ATENÇÃO MAIS PRECISAMENTE PARA O USO DA GRANDE DESCOBERTA NOS TRABALHOS CIENTÍFICOS. SÃO PRESUMIDAS, NESTE SENTIDO, AS FUNÇÕES-CHAVE QUE O PROCEDIMENTO FOTOGRÁFICO VEIO A PODER CUMPRIR TAMBÉM EM CIÊNCIA (E SOBRETUDO A FIM DE AUXILIAR AS PRÁTICAS DEMONSTRATIVAS). ESSA INTRODUÇÃO GENÉRICA É SEGUIDA DA APRESENTAÇÃO DO "CASO GEOGRAFIA", QUANDO ENTÃO COMENTAMOS ALGUNS EPISÓDIOS SIGNIFICATIVOS E NOTÁVEIS PERSONAGENS.
[extrato: "Já numa aproximação com a Geografia, num misto de
ciência e arte, há o muito simbólico caso das fotografias de viagem e
exploração. Ainda antes da vulgarização do daguerreótipo, o instrumento já
vinha sendo empregado, por exemplo, num dos mais particularmente “geográficos”
objetos de registro: a inventariação de patrimônios. Naturais e culturais. De
acidentes da natureza a obras de arquitetos. Acidentais descobertas ou
encomendas. A ver com estas últimas, temos o famoso caso da Missão Heliográfica
francesa, nos anos 1850; incumbida de fazer o diagnóstico do estado de conservação
do patrimônio arquitetônico, em mais de cem lugares visitados." (p. 18-19)]
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
[PB66] A longevidade da geografia teorética e quantitativa: trilogia descritiva de um caso europeu (parte dois)
Geografia (Rio Claro/SP)
[volume 39, número 3, p. 415-447, Set./Dez. 2014]
ARTIGO EM QUE APRESENTAMOS A HISTÓRIA DE UM CENTRO PIONEIRO, DIFUSOR DOS IDEÁRIOS DA "NOVA GEOGRAFIA" (SOBRETUDO AQUELES A VER COM O SISTEMISMO E A MODELAGEM MATEMÁTICA) - CENTRO PARA ONDE, CURIOSAMENTE, AINDA HOJE CONFLUEM OS PRATICANTES DE UMA GEOGRAFIA TEORÉTICA E QUANTITATIVA. TRATA-SE DE ENCONTROS MANTIDOS ININTERRUPTOS DESDE OS ANOS 1970. ESTA SEGUNDA PARTE DA HISTORIOGRAFIA CARACTERIZA A NATUREZA TEMÁTICA DAS COMUNICAÇÕES DOS PARTICIPANTES; SENDO RESSALTADA TAMBÉM A PRODUÇÃO INTELECTUAL DE QUATRO PERSONAGENS LOCAIS.
[extrato: "Se para o aspecto teorético teríamos o ‘aménagement’, e para o quantitativo, a ‘statistique’, se fôssemos propor um substativo-emblema para o viés técnico assumido pela Geografia dos anos 1970, sugeriríamos: informatique. Porque ela, que será referida já nas primeiras edições dos Colloques, estará presente, continuamente, noutros momentos." (416)]
Link#1: http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/ageteo/article/view/10258
Link#2: http://repositorio.unb.br/handle/10482/21843
[volume 39, número 3, p. 415-447, Set./Dez. 2014]
ARTIGO EM QUE APRESENTAMOS A HISTÓRIA DE UM CENTRO PIONEIRO, DIFUSOR DOS IDEÁRIOS DA "NOVA GEOGRAFIA" (SOBRETUDO AQUELES A VER COM O SISTEMISMO E A MODELAGEM MATEMÁTICA) - CENTRO PARA ONDE, CURIOSAMENTE, AINDA HOJE CONFLUEM OS PRATICANTES DE UMA GEOGRAFIA TEORÉTICA E QUANTITATIVA. TRATA-SE DE ENCONTROS MANTIDOS ININTERRUPTOS DESDE OS ANOS 1970. ESTA SEGUNDA PARTE DA HISTORIOGRAFIA CARACTERIZA A NATUREZA TEMÁTICA DAS COMUNICAÇÕES DOS PARTICIPANTES; SENDO RESSALTADA TAMBÉM A PRODUÇÃO INTELECTUAL DE QUATRO PERSONAGENS LOCAIS.
[extrato: "Se para o aspecto teorético teríamos o ‘aménagement’, e para o quantitativo, a ‘statistique’, se fôssemos propor um substativo-emblema para o viés técnico assumido pela Geografia dos anos 1970, sugeriríamos: informatique. Porque ela, que será referida já nas primeiras edições dos Colloques, estará presente, continuamente, noutros momentos." (416)]
Link#2: http://repositorio.unb.br/handle/10482/21843
sábado, 15 de novembro de 2014
[PB65] Universais de filosofia, história e geografia das ciências ... e o exemplar fértil da ciência geográfica
XIV Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia
[08-11 Out. 2014, UFMG, Belo Horizonte, Anais, 15f.]
DIVULGAÇÃO DE UM PROTÓTIPO DIDÁTICO PARA O ENSINO DE "EPISTEMOLOGIA DA GEOGRAFIA": EMPREGO DE SEIS TÓPICOS-CHAVE ("ORIENTAÇÃO FILOSÓFICA", "FRONTEIRA E LINGUAGEM IDENTITÁRIA", "CAUSALIDADE E INDETERMINAÇÃO", "SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO", "PADRÕES DE EVOLUÇÃO" e "DIMENSÃO TÓPICA"); TÓPICOS ESTES, CLASSIFICADOS EM TRÊS ÂMBITOS METADISCIPLINARES: FILOSOFIA DA CIÊNCIA ("FC" - OS TRÊS PRIMEIROS), HISTÓRIA DA CIÊNCIA ("HC" - OS DOIS SEGUINTES) E GEOGRAFIA DA CIÊNCIA ("GC" - O ÚLTIMO).
[extrato: "... desejamos apresentar um balão de ensaio que reputamos interessante (e sobretudo por se tratar de um caso esquecido pela literatura em FC e HC): a ciência geográfica. Nosso propósito é, primeiramente, destacar o que julgamos ser os principais aspectos identitários dos estudos trisetoriais, de FC, HC e GC; e, em seguida, demonstrar de que formas estes aspectos têm podido (ou poderiam, virtualmente) ser explorados por eventuais interessados em historiografia ou epistemologia da Geografia." (p. 1)]
LINK: http://www.14snhct.sbhc.org.br/conteudo/view?ID_CONTEUDO=800
D.O.I.: 10.13140/2.1.3061.3284
[08-11 Out. 2014, UFMG, Belo Horizonte, Anais, 15f.]
DIVULGAÇÃO DE UM PROTÓTIPO DIDÁTICO PARA O ENSINO DE "EPISTEMOLOGIA DA GEOGRAFIA": EMPREGO DE SEIS TÓPICOS-CHAVE ("ORIENTAÇÃO FILOSÓFICA", "FRONTEIRA E LINGUAGEM IDENTITÁRIA", "CAUSALIDADE E INDETERMINAÇÃO", "SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO", "PADRÕES DE EVOLUÇÃO" e "DIMENSÃO TÓPICA"); TÓPICOS ESTES, CLASSIFICADOS EM TRÊS ÂMBITOS METADISCIPLINARES: FILOSOFIA DA CIÊNCIA ("FC" - OS TRÊS PRIMEIROS), HISTÓRIA DA CIÊNCIA ("HC" - OS DOIS SEGUINTES) E GEOGRAFIA DA CIÊNCIA ("GC" - O ÚLTIMO).
[extrato: "... desejamos apresentar um balão de ensaio que reputamos interessante (e sobretudo por se tratar de um caso esquecido pela literatura em FC e HC): a ciência geográfica. Nosso propósito é, primeiramente, destacar o que julgamos ser os principais aspectos identitários dos estudos trisetoriais, de FC, HC e GC; e, em seguida, demonstrar de que formas estes aspectos têm podido (ou poderiam, virtualmente) ser explorados por eventuais interessados em historiografia ou epistemologia da Geografia." (p. 1)]
LINK: http://www.14snhct.sbhc.org.br/conteudo/view?ID_CONTEUDO=800
D.O.I.: 10.13140/2.1.3061.3284
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
[PB64] Filosofia e história da ciência geográfica: potencialidades de investigação pelos aspectos da linguagem e do vocabulário
IX Encuentro de Filosofía e Historia de la Ciencia del Cono Sur e XXV Jornadas de Epistemología e Historia de la Ciencia
[15-19 Sept. 2014, Universidad Nacional de Córdoba, Los Cocos, Argentina, Anais, p. 50]
COMUNICAÇÃO EM QUE APRESENTAMOS UMA PROPOSTA DE ABORDAGEM DIDÁTICA DOS MATIZES DE PENSAMENTO GEOGRÁFICO, MEDIANTE A IDENTIFICAÇÃO DE TERMINOLOGIAS E EXPRESSÕES DE ALTA INCIDÊNCIA NO DISCURSO DE PERSONAGENS SEUS REPRESENTANTES. ESTABELECEMOS, PARA ISSO, ALGUNS TERMOS-CHAVE COM FINALIDADE METODOLÓGICA: "CLÁUSULAS" (ELEMENTOS IDENTITÁRIOS DE CADA SISTEMA DE PENSAMENTO FILOSÓFICO); "ATRIBUTOS" (IDENTITÁRIOS DE CADA ESCOLA DE PENSAMENTO CIENTÍFICO - NESTE CASO, O GEOGRÁFICO); "HIPÓTESE DE CORRESPONDÊNCIA" (SUPOSTA "INOCULAÇÃO" DA ESCOLA [E] PELO SISTEMA [S], VIA REBATIMENTO "C->A"); E "ESTIGMAS LINGUÍSTICOS" (EXPRESSÕES TEXTUAIS PELAS QUAIS SE DEDUZIRIA A MANIFESTAÇÃO DAQUELE REBATIMENTO).
[extrato: "Na história da ciência geográfica, é possível divisar quatro matizes gerais ao longo de um século (1870-1970): GC, GTQ, GCR e GHP – siglas para quatro escolas de pensamento. Para cada uma delas, dada a sintonia com sistemas filosóficos respectivos (PC, PL, M e F), definem-se atributos identitários que terão um específico efeito vocabular: expressões conotativas de 'visibilidade', 'eficiência', 'infortúnio' e 'cognição'." (p. 50)]
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[15-19 Sept. 2014, Universidad Nacional de Córdoba, Los Cocos, Argentina, Anais, p. 50]
COMUNICAÇÃO EM QUE APRESENTAMOS UMA PROPOSTA DE ABORDAGEM DIDÁTICA DOS MATIZES DE PENSAMENTO GEOGRÁFICO, MEDIANTE A IDENTIFICAÇÃO DE TERMINOLOGIAS E EXPRESSÕES DE ALTA INCIDÊNCIA NO DISCURSO DE PERSONAGENS SEUS REPRESENTANTES. ESTABELECEMOS, PARA ISSO, ALGUNS TERMOS-CHAVE COM FINALIDADE METODOLÓGICA: "CLÁUSULAS" (ELEMENTOS IDENTITÁRIOS DE CADA SISTEMA DE PENSAMENTO FILOSÓFICO); "ATRIBUTOS" (IDENTITÁRIOS DE CADA ESCOLA DE PENSAMENTO CIENTÍFICO - NESTE CASO, O GEOGRÁFICO); "HIPÓTESE DE CORRESPONDÊNCIA" (SUPOSTA "INOCULAÇÃO" DA ESCOLA [E] PELO SISTEMA [S], VIA REBATIMENTO "C->A"); E "ESTIGMAS LINGUÍSTICOS" (EXPRESSÕES TEXTUAIS PELAS QUAIS SE DEDUZIRIA A MANIFESTAÇÃO DAQUELE REBATIMENTO).
[extrato: "Na história da ciência geográfica, é possível divisar quatro matizes gerais ao longo de um século (1870-1970): GC, GTQ, GCR e GHP – siglas para quatro escolas de pensamento. Para cada uma delas, dada a sintonia com sistemas filosóficos respectivos (PC, PL, M e F), definem-se atributos identitários que terão um específico efeito vocabular: expressões conotativas de 'visibilidade', 'eficiência', 'infortúnio' e 'cognição'." (p. 50)]
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segunda-feira, 1 de setembro de 2014
[PB63] A longevidade da geografia teorética e quantitativa: trilogia descritiva de um caso europeu (parte um)
Geografia (Rio Claro/SP)
[volume 39, número 2, p. 191-223, Mai./Ago. 2014]
ARTIGO EM QUE APRESENTAMOS A HISTÓRIA DE UM CENTRO PIONEIRO, DIFUSOR DOS IDEÁRIOS DA "NOVA GEOGRAFIA" (SOBRETUDO AQUELES A VER COM O SISTEMISMO E A MODELAGEM MATEMÁTICA) - CENTRO PARA ONDE, CURIOSAMENTE, AINDA HOJE CONFLUEM OS PRATICANTES DE UMA GEOGRAFIA TEORÉTICA E QUANTITATIVA. TRATA-SE DE ENCONTROS MANTIDOS ININTERRUPTOS DESDE OS ANOS 1970. ESTA PRIMEIRA PARTE DA HISTORIOGRAFIA RADIOGRAFA AS CIRCUNSTÂNCIAS DE CONFORMAÇÃO DA CIDADE DE BESANÇON COMO POLO ONDE SE DESENVOLVERIA UM GRUPO DE ATORES IMBUÍDOS DA CAUSA RENOVADORA.
[extrato: "São dois os personagens cardeais, responsáveis pela iniciativa de criar um encontro científico, pensado para que em Besançon confluíssem, sazonalmente, pesquisadores interessados e engajados na modernização técnica vivida pela ciência geográfica. Jean-Philippe Massonie (1936-2009) e Jean-Claude Wieber (1932-2011)." (p. 196)]
Link#1: http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/ageteo/article/view/9317
Link#2: http://repositorio.unb.br/handle/10482/21842
[volume 39, número 2, p. 191-223, Mai./Ago. 2014]
ARTIGO EM QUE APRESENTAMOS A HISTÓRIA DE UM CENTRO PIONEIRO, DIFUSOR DOS IDEÁRIOS DA "NOVA GEOGRAFIA" (SOBRETUDO AQUELES A VER COM O SISTEMISMO E A MODELAGEM MATEMÁTICA) - CENTRO PARA ONDE, CURIOSAMENTE, AINDA HOJE CONFLUEM OS PRATICANTES DE UMA GEOGRAFIA TEORÉTICA E QUANTITATIVA. TRATA-SE DE ENCONTROS MANTIDOS ININTERRUPTOS DESDE OS ANOS 1970. ESTA PRIMEIRA PARTE DA HISTORIOGRAFIA RADIOGRAFA AS CIRCUNSTÂNCIAS DE CONFORMAÇÃO DA CIDADE DE BESANÇON COMO POLO ONDE SE DESENVOLVERIA UM GRUPO DE ATORES IMBUÍDOS DA CAUSA RENOVADORA.
[extrato: "São dois os personagens cardeais, responsáveis pela iniciativa de criar um encontro científico, pensado para que em Besançon confluíssem, sazonalmente, pesquisadores interessados e engajados na modernização técnica vivida pela ciência geográfica. Jean-Philippe Massonie (1936-2009) e Jean-Claude Wieber (1932-2011)." (p. 196)]
Link#1: http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/ageteo/article/view/9317
Link#2: http://repositorio.unb.br/handle/10482/21842
terça-feira, 18 de junho de 2013
[PB62] Potenciais da arte cinematográfica: um estudo preliminar do conteúdo geográfico nas obras fílmicas de Buñuel e Bergman
II Simpósio Nacional e I Internacional de Geografia, Literatura e Arte
[10-13 Jun. 2013, Depto. Geografia/USP, São Paulo, Anais - primeiros autores: Lucas G. Gebrim; Daniel F. R. Oliveira]
DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS PARCIAIS DE UM PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA CONSAGRADO ÀS RELAÇÕES (AINDA POUCO ESCLARECIDAS) ENTRE AS LINGUAGENS GEOGRÁFICA E CINEMATOGRÁFICA. A PARTIR DE DUAS AMOSTRAGENS-TESTE (CERCA DE TRINTA OBRAS FÍLMICAS DE INGMAR BERGMAN E LUIS BUÑUEL) INSINUAMOS QUE HAVERIA PONTOS TANGENCIAIS ENTRE ALGUNS DOS ENREDOS E CERTOS ELEMENTOS TEÓRICOS ATINENTES SOBRETUDO AO IDEÁRIO HUMANÍSTICO (P. EX., A IDEIA DE "INTIMATE PLACE").
["..." (p.)]
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[10-13 Jun. 2013, Depto. Geografia/USP, São Paulo, Anais - primeiros autores: Lucas G. Gebrim; Daniel F. R. Oliveira]
DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS PARCIAIS DE UM PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA CONSAGRADO ÀS RELAÇÕES (AINDA POUCO ESCLARECIDAS) ENTRE AS LINGUAGENS GEOGRÁFICA E CINEMATOGRÁFICA. A PARTIR DE DUAS AMOSTRAGENS-TESTE (CERCA DE TRINTA OBRAS FÍLMICAS DE INGMAR BERGMAN E LUIS BUÑUEL) INSINUAMOS QUE HAVERIA PONTOS TANGENCIAIS ENTRE ALGUNS DOS ENREDOS E CERTOS ELEMENTOS TEÓRICOS ATINENTES SOBRETUDO AO IDEÁRIO HUMANÍSTICO (P. EX., A IDEIA DE "INTIMATE PLACE").
["..." (p.)]
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terça-feira, 23 de abril de 2013
[PB61] Do pensamento à linguagem: metodologia para análise de discursos geográficos (estudo de caso Aziz Ab'Sáber)
XIV Encuentro de Geógrafos de América Latina
[08-12 Abr. 2013, PUCPerú, Lima, Anais, 20f. - primeiro autor: Fabiola P. Z. Canata, UnB]
Título original do resumo submetido: "Do pensamento à linguagem: proposta metodológica para a análise de discursos geográficos, nas entrelinhas de um estudo de caso (Aziz Ab’Sáber)"
COMUNICAÇÃO EM QUE DESCREVEMOS OS EXPEDIENTES METODOLÓGICOS CONCEBIDOS PARA EXECUTAR UMA ANÁLISE INTERPRETATIVA DE DISCURSO GEOGRÁFICO. MENCIONAMOS AS SEIS QUESTÕES FUNDAMENTAIS ATINENTES: "TIPO IDENTITÁRIO" (UM DADO SISTEMA DE PENSAMENTO - POR EXEMPLO, O EMPIRICISMO); "CLÁUSULAS" (AS CARACTERÍSTICAS VINCULÁVEIS AO SISTEMA EM QUESTÃO); "ATRIBUTO" (REBATIMENTO DA CLÁUSULA NA PRÁTICA CIENTÍFICA - POR EXEMPLO, AS EXPEDIÇÕES A CAMPO); "DISCURSO" (UM TRECHO DE TEXTUALIZAÇÃO CONFIRMANDO ESSE REBATIMENTO NA OBRA DE UM PERSONAGEM); "HIPÓTESE DE CORRESPONDÊNCIA" (A SUGESTÃO DA SEQUÊNCIA CAUSAL "TIPO:CLÁUSULA>ATRIBUTO>DISCURSO"); E "ESTILO DE ARGUMENTO" (TIPOLOGIA PASSÍVEL DE ASSOCIAÇÃO: DIGAMOS, E. "CLÁSSICO" OU "CRÍTICO-PRAGMÁTICO"). A ILUSTRAÇÃO DO MÉTODO É FEITA A PARTIR DO EXAME DE TEXTOS DE AUTORIA DE AZIZ N. AB'SÁBER (1924-2012) - OBRA QUE CONSTITUIU O OBJETO DE UM PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, COM ALUNOS DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA. NO CASO DESTE EMINENTE PERSONAGEM, PÔDE-SE SUSTENTAR A VERIFICAÇÃO DE DISCURSOS AO ESTILO CLASSICISTA E AMBIENTALISTA (RESPECTIVAMENTE CONFIRMADOS PELOS ATRIBUTOS DE UMA GEOGRAFIA LITERÁRIO-DESCRITIVISTA E DE UMA GEOGRAFIA MESCLANDO PRAGMATISMO E CRITICISMO).
[extrato: "... cabe aqui frisar as adjetivações enunciadas acima: deve ser explícita e frequente a inclinação. Bem, isso significa que o intérprete precisará sustentar sua 'hipótese de correspondência' (tipo identitário -> cláusula -> atributo -> discurso) a partir, irrevogavelmente, de uma amostra substantiva de trechos ilustrativos; sendo que esta 'substância' tem de querer dizer, ao mesmo tempo, uma correspondência realmente perceptível (isto é, detectável, sem esforço, nas próprias palavras do autor) e uma correspondência suficientemente replicada – ou seja, verificável em mais de um registro e durante alguns seguidos anos ..." (p. 3, grifo do autor)]
LINK: http://observatoriogeograficoamericalatina.org.mx/egal14/Teoriaymetodo/Teoricos/11.pdf
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