sábado, 7 de fevereiro de 2009

[PB31] História do pensamento geográfico: como lê-lo para interpreta-la? (as rotinas técnicas)

XV Encontro Nacional de Geógrafos
["O Espaço não Pára. Por uma AGB em Movimento", 20-26 Jul. 2008, USP, Anais]
*publicado também, em versão completa, em Anais do I Simpósio de Pós-Graduação em Geografia do Estado de São Paulo, 2008
NARRATIVA DE UMA EXPERIÊNCIA PESSOAL COM O "PASSO A PASSO METODOLÓGICO" COMUM ÀS ANÁLISES DE DISCURSO. DE VEZ QUE PESQUISAS DESSA NATUREZA INTENTAM, EM GERAL, COMPOR A HISTORIOGRAFIA DE UMA IDÉIA, CERTOS CUIDADOS E PONDERAÇÕES PRECISAM SE DAR, A FIM DE QUE O OBJETO PRECISAMENTE INVESTIGADO (UMA ESCOLA DE PENSAMENTO, UM AUTOR EM ESPECIAL) PROVE SER DE FATO UMA ILUSTRAÇÃO SATISFATÓRIA DA IDÉIA SOB ANÁLISE.
["Parece evidente que o perigo intrínseco a essa opção metodológica, de uma interpretação indireta 'autor predica escola' se 'discurso veicula filosofia', demonstra-se pela (não exatamente fácil) tarefa de revelar a sintonia das linguagens precavendo-se de emboscadas. Uma delas, a supervalorização de passagens/trechos que, apesar de altamente sintomáticos, podem não se repetir ou ecoar substantivamente noutras publicações e datas. Verificar uma boa replicação quantitativa no tempo é importante se as análises se pretendem conclusivas. Logo, se elas se apressam a sê-lo, poderão sustentar a inoculação lingüística (preceito->discurso) à base de evidências não muito robustas - já que haverá o risco dos autores não nos deixarem identificar os mesmos fortes indícios em outros de seus textos."]
LINK: http://www.rc.unesp.br/igce/simpgeo/596-605dante.pdf