quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

[PB47] Um século em noventa horas: arquitetura do pensamento francês numa experiência de ensino de "HPG" (a viga mestra)

Geografia (Rio Claro/SP)
[volume 35, número 3, p. 713-733, Set./Dez. 2010]
NOTA PELA QUAL RELATAMOS, POR UMA VIA INDIRETA, O DESAFIO DE TRANSMITIR INFORMAÇÕES-CHAVE REFERENTES À HISTÓRIA DA GEOGRAFIA FRANCESA. O "DESAFIO" EXPLICA-SE PELA ESCASSEZ DE TÍTULOS QUE, EM LÍNGUA PORTUGUESA, VEICULEM EXPRESSIVAMENTE UMA NARRATIVA INTERPRETATIVA DESSA HISTÓRIA - O QUE NOS DEIXA FATALMENTE REFÉNS DE VERSÕES REDUCIONISTAS. (JÁ A MENCIONADA "VIA INDIRETA" TEM A VER COM O FATO DE TERMOS OPTADO POR AVALIAR A SERVENTIA DA LITERATURA ENCONTRADA PELO QUE ELA VIRTUALMENTE POSSIBILITOU EM TERMOS DE ENCADEAMENTO LÓGICO DE ASSUNTOS.). ESTA PRIMEIRA PARTE REFERE-SE AO PERÍODO QUE SE ESTENDE ATÉ O ANO 1968 - DURANTE O QUAL PERCEBE-SE A CONSOLIDAÇÃO DO PROJETO VIDALIANO E JÁ ALGUNS SINAIS DE "DESOBEDIÊNCIA".
["O fato é que a boa intenção de Vidal, traduzida em projeto semi-acabado, foi desfigurada. E duas são as conseqüências ou seqüelas da verdadeira bifurcação que se seguiu (encabeçada num sentido por Martonne; noutro, por Brunhes): 1ª) os vidalianos mais devotos ainda chegarão a ensaiar um equilíbrio entre os fatos natural e social – e a Geografia Rural despontaria com essa ingênua tentativa ... em estudos nos quais o marco físico (um rio, uma montanha) cumpria a função de 'pivô' já referida antes; e 2ª) os 'vidalianos por respeito' apostarão nos estudos especializados que, de tão detidos, vão denunciar a existência de lógicas especificamente naturalistas e processos caracteristicamente societários – e as geografias ramificadas despontariam com esse obstinado endereçamento ... em monografias ao estilo meia-face." (p. 723-724)]
LINK: http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/ageteo/article/view/4895

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

[PB46] Da certeza empírica à confiança estatística: language turn na filosofia da geografia

XIV Encontro Nacional de Filosofia
[04-08 Out. 2010, Águas de Lindóia, Anais, p. 128-129]
COMUNICAÇÃO QUE DESCREVE A FORMA COMO SE DEU A MUDANÇA DE PARADIGMA DISCURSIVO NO PENSAMENTO GEOGRÁFICO. SÃO APRESENTADAS AS CARACTERÍSTICAS DO PERÍODO CLÁSSICO (ENTRE A ÚLTIMA DÉCADA DO SÉC. 19 E AS CINCO PRIMEIRAS DO SÉC. 20) E OS PONTOS SUBVERTIDOS A CONTAR DOS ANOS SESSENTA - PERÍODO EM QUE A DISCIPLINA RECEBEU A DESIGNAÇÃO DE "PRAGMÁTICA" OU NEOPOSITIVISTA (NEW GEOGRAPHY).
["A bem dizer, a segunda metade do século vinte significou, concomitantemente ao recurso a novas estruturas conceituais, também a reforma do próprio objeto de estudo: abandonaram a (clássica e francesa) 'paysage'; abraçaram a (moderna e anglo-saxônica) 'spatial organization'. Esse segundo ciclo, por sua vez, dirigiu os geógrafos para um abstracionismo instrumental de notáveis préstimos à tomada de decisão." (p. 129)]
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[PB40] Trajetórias que se perdem e que se reencontram: declaração da existência de uma "Nova Nova Geografia"

Espaço & Geografia (Brasília/DF)
[volume 10, número 1, p. 31-80, 2009 - segundo-autor: Archimedes Perez Filho, IG/Unicamp]
ARTIGO SUSTENTANDO A HIPÓTESE QUE O EMPREGO E O POTENCIAL EXPLANATÓRIO CONTIDO NA SÉRIE DE CONCEITOS EMERGENTES OU NEO-SISTÊMICOS, REVELA A RESSURGÊNCIA DO PROJETO "NATURALISTA-ABSTRATO" DA THEORETICAL GEOGRAPHY. POR OUTRO LADO, O CAMPO ABERTO AOS EXPEDIENTES METODOLÓGICOS MODERNOS NÃO GARANTE, NECESSARIAMENTE, UM USO REFLEXIVO DAS LINGUAGENS; TAMPOUCO SIGNIFICA A (TÃO NECESSÁRIA) CONVERGÊNCIA DOS GEÓGRAFOS, EM TORNO DE UM PARADIGMA ESTÁVEL.
["Falta-nos uma descoberta ao estilo estrutura Watson-Crick. Uma nova referência simbólica que faça sedimentar e convergir a comunidade de geógrafos para uma estrutura conceitual que, amplamente consentida, evolua a partir de si e que não seja, pois, 'mais uma' estrutura alternativa a ser acatada por uma tribo e apedrejada por outra." (p. 75 )]
LINK: http://repositorio.unb.br/handle/10482/5918
[http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/5918/1/ARTIGO_TrajetoriasPerdemrReencontram.pdf]

[PB45] Thierry Brossard, Daniel Joly e a aventurosa representação do espaço à moda bisontina

Geosul (Florianópolis/SC)
[volume 25, número 49, p. 221-251, 2010]
ENTREVISTA COM DOIS PESQUISADORES FRANCESES, DA UNIVERSIDADE DE BESANÇON, FRANÇA. COM SUAS RESPECTIVAS PRODUÇÕES INTELECTUAIS, AMBOS EXEMPLIFICAM A MODERNIZAÇÃO METODOLÓGICA DA GEOGRAFIA FRANCESA - ESPECIALMENTE, NO QUE DIZ RESPEITO ÀS TÉCNICAS DE REPRESENTAÇÃO DA INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA. SEU RELATO É TAMBÉM UM ESCLARECIMENTO SOBRE O PROCESSO EVOLUTIVO DAS PRÁTICAS CIENTÍFICAS NA GEOGRAFIA FRANCESA.
["(...) se queria, ao mesmo tempo, fazer a cobertura completa do espaço e ainda descrever seu conteúdo. Certamente que, numa primeira etapa, a abordagem tende a ser descritiva; ela requer os tais fichários. Mas, apesar disso, há uma reflexão sobre o significado, em termos funcionais. Logo, trata-se de certa compensação, pois os indicadores estatísticos robustos permitem que tenhamos uma idéia sobre a maneira como, 'por trás dos índices', funcionam os sistemas locais. (...) Mas, evidentemente, nos demos conta de que isso não trazia grande avanço. A própria coleta de informação pode acabar distorcida pela simples fadiga do observador." (BROSSARD apud REIS JÚNIOR, p. 227-228)]
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sábado, 9 de outubro de 2010

Georges Bertrand na UnB

O geógrafo francês Georges Bertrand esteve em Brasília na última semana. Na segunda-feira (04Out.) deu uma conferência no Auditório do Instituto de Ciências Humanas da UnB. Para uma platéia de estudantes de graduação em Geografia, falou sobre a ressurgência da "paisagem" na cena européia, como preocupação de atores políticos. Insistiu, porém, na necessidade de, dada a premência do tema, restaurar (formalmente) também o tratamento epistemológico do conceito. E isso, é claro, passaria por um reenquadramento metodológico da Geografia - notadamente, abrindo o horizonte do praticante na direção de outros domínios científicos e abordagens. Sua proposta resume-se no modelo, ou "sistema tripolar", GTP. Em função da perspectiva arbitrada pelo investigador, um dos ângulos pode pesar mais e condicionar os outros dois. De todo modo, as três frentes têm de ser cumpridas, sob pena dos estudos quedarem demasiadamente enviesados. (A base naturalista, das dinâmicas ecológicas, é contemplada na frente Geossistêmica; a ação sócio-econômica, dos processos políticos, é incorporada pelo ângulo do Território; enquanto que a representação sensível, das leituras culturais, define o aspecto da Paisagem).
Nos dia 05 e 06, Bertrand ministrou um mini-curso aos estudantes da pós-graduação. Na terça-feira, desenvolveu mais detalhadamente historiografia, epistemologia e metodologia dos Geossistemas. Na quarta-feira, deteve-se na frente paisagística, ressaltando o valor da percepção ambiental para a qualificação dos usos regionais do território.
Em saída de campo à cidade goiana de Pirenópolis (entre os dias 07 e 09), visualizando o caso ilustrativo das ocupações humanas da região, intuiu a necessidade dos geógrafos brasileiros engajarem-se em estudos científicos mais integrais - aqueles que , num fito de compreender as lógicas (entrelaçadas de G, T e P) da organização espacial local, jamais deixem de ser dirigidos pelas idéias-motrizes de democracia e cidadania.

sábado, 3 de julho de 2010

[PB44] Consumo, consumidores ... seqüelas ambientais

Oikos: textos e contextos socioambientais (Org.: Daniel da Rosa Eslabão)
[Pelotas: Ed. Universitária/UFPel, 2010. 96p. (p. 11-29)]
CAPÍTULO INTEGRANTE DE OBRA-COLETÂNEA, ORGANIZADA EM TORNO DE TEMAS DE INTERFACE . NOSSA CONTRIBUIÇÃO DIZ RESPEITO À RELAÇÃO - POSSÍVEL DE EXPLORAR REFLEXIVAMENTE - ENTRE OS FATORES IMPULSÃO AO CONSUMO, ESTAMENTO SOCIAL E QUALIDADE AMBIENTAL. SUSTENTAMOS A IDÉIA DE QUE A SEGREGAÇÃO SÓCIO-ECONÔMICA, CONQUANTO CONDICIONE PADRÕES DE CONSUMO, NÃO REDUNDA EM "EFEITOS RESPECTIVOS" EM TERMOS DE DEGRADAÇÃO AMBIENTAL. 
["Talvez a coisa se explique melhor em linguagem sistêmica. Imginem-se dois fatos - f1 e f2 - e entenda-se que f1 traduz-se pela verificada dificuldade em haver eqüidade social pela via da distribuição de renda. Mas f1 não se reduz a isso, pois tal dificuldade leva à outra espécie de empecilho: justamente àquele obstáculo aos movimentos verticais (desprivilegiados passando ao patamar dos menos desprivilegiados ou então aos degraus de cume, nos quais ser elite significa consumir plenamente). Imagine-se agora que f1 gera f2, sendo que este se caracteriza pelo seguinte: a) um "engessamento" de classes (circunstância estreitamente ligada à condição, que se supôs, de imobilidade vertical dos estamentos) e b) essa fixidez estamental fazendo surgir uma variável curiosa (o sentimento de pertença às classes). O detalhe que se deve capturar daqui é que o sentimento de pertença, uma vez que impulsiona o indivíduo de uma classe a comungar de valores e metas com os demais indivíduos pertencentes a esta mesma classe, engessa ainda mais os estamentos; isto é, por amarrar os atores em torno de planos de vida em comum (perspectivas de futuro, desejos e aflições), torna as fronteiras entre as classes muito mais difíceis de serem transpostas e, com isso, impõe barreira crescente ao movimento vertical (e lembre-se que a eqüidade social estaria na dependência deste movimento!). O que disso se deduz é uma correlação de tipo sistêmico, segundo a qual f1 gera f2 que, por sua vez, torna a gerar f1, configurando uma espécie de feedback ou retroalimentação positiva: riqueza gerando riqueza e pobreza gerando pobreza." (p. 15-16)]
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terça-feira, 8 de junho de 2010

[PB43] Conversas sobre o pensamento (4): Denise Pumain e a experiência francesa na quantificação do urbano

Geografia (Rio Claro/SP)
[volume 35, número 1, p. 227-235, Jan./Abr. 2010]
ENTREVISTA COM UMA EMINENTE GEÓGRAFA FRANCESA, CUJA PRODUÇÃO INTELECTUAL HÁ ANOS DIRIGE-SE AO TEMÁRIO URBANO, MAS TRATANDO-O A PARTIR DE UMA MODELAGEM ESSENCIALMENTE NEO-SISTÊMICA. SEU DEPOIMENTO AQUI - POR MEIO DE UM TESTEMUNHO REMINISCENTE PESSOAL - EXPLICITA O QUE FOI A REVOLUÇÃO METODOLÓGICA NOS ESTUDOS GEOGRÁFICOS FRANCESES SOBRE CIDADE.
["A maioria dos discursos que ouvi, em Geografia quantitativa, esteve afinada com aquele de William Bunge, geógrafo americano, que proferiu uma conferência em Paris, e que nos fez um discurso entusiasmado, ilustrando a maneira de analisar a pobreza na periferia de Chicago, como tratar os acidentes de estrada ... e como tomar medidas relativas à ameaça que representava a circulação aérea. E, veja, ele se valia de métodos quantitativos para falar, ideologicamente, de um modo esquerdista, bastante militante. Portanto, não se pode dizer que a Geografia quantitativa seja uma coisa 'da moda' ... ou que se fecha no capitalismo, no liberalismo" (PUMAIN apud REIS JÚNIOR, p. 232)]
LINK: http://repositorio.bce.unb.br/handle/10482/6824
[http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/6824/1/ARTIGO_ConversasSobrePensamento%20%284%29.pdf]

quarta-feira, 2 de junho de 2010

[PB42] Do classicismo ao sistemismo: uma pesquisa sobre a história da geografia física brasileira

VI Seminário Latino Americano de Geografia Fisica e II Seminário Ibero Americano de Geografia Física
[26-30 Mai. 2010, Universidade de Coimbra, Anais, 9f. - segundo-autor: Mario D. de Araujo Neto, GEA/UnB]
COMUNICAÇÃO DIVULGADORA DOS EXPEDIENTES METODOLÓGICOS E DAS CONCLUSÕES PRELIMINARES REFERENTES AO PROJETO DE PESQUISA "GEOGRAFIA FÍSICA SISTÊMICA: HISTÓRIA, TEORIA E APLICAÇÕES" - MAIS PRECISAMENTE, À ETAPA CONSAGRADA AO CASO BRASILEIRO. NO TEXTO, SUSTENTA-SE A IMPORTÂNCIA DE UM TRABALHO DE "INVENTÁRIO" QUE CONTRIBUA AO DIAGNÓSTICO DAS TRANSITORIEDADES (CÂMBIOS) E INFLEXÕES (CÂMBIOS DRÁSTICOS) NA LINGUAGEM EM GEOGRAFIA FÍSICA - POR EXEMPLO, DE UM DESCRITIVISMO LITERÁRIO A UM DISCURSO MAIS OPERACIONAL (EVENTUALMENTE ABSTRATO E/OU SISTEMÁTICO). TAMBÉM SUSTENTA-SE A RELEVÂNCIA ILUSTRATIVA DA OBRA DE QUATRO AUTORES EM ESPECIAL: ANTONIO T. GUERRA, ANTONIO CHRISTOFOLETTI, CARLOS A. F. MONTEIRO E AZIZ N. AB'SÁBER.
["As hipóteses com as quais trabalhamos sumariam-se nas seguintes assertivas: 1a) a linguagem em Geografia Física sofistica-se à medida que o pesquisador toma conhecimento de ferramentas teórico-conceituais difundidas desde outras jurisdições disciplinares - o que corroboraria o efeito transformador dos conceitos emergentes (obs.: além de tomar conhecimento, o geógrafo os incorpora de um modo definido, ficando claro que a abertura da fronteira de sua disciplina é fundamental para que os referidos instrumentos - mormente forjados juntos às ciências duras - gerem um efeito transpositivo de relevância. Novas teorias sistêmicas, tais como a do caos, bifurcações e fractalidade exemplificariam ensaios de transposição recentes); 2a) conquanto perene em alguns aspectos do discurso (hábitos descritivista e monográfico, por exemplo), a Geografia Física Brasileira também é afetada pelo noticiário desses modelos neo-sistêmicos (obs.: no caso geográfico, o 'efeito transformador' seria possível de se notar particularmente no tratamento metodológico de assuntos atinentes aos setores especializados da geomorfologia, da biogeografia e da climatologia)." (p. 4)]
SOLICITE UMA CÓPIA! (dante.reis@ig.com.br)
LINK: http://www.uc.pt/fluc/cegot/VISLAGF/actas/tema1/dante

segunda-feira, 10 de maio de 2010

[PB41] Pensamento geográfico teorético: um episódio histórico e um sistema filosófico

VII Encuentro de Filosofía e Historia de la Ciencia del Cono Sur
[03-06 Mai. 2010, UNISINOS, Anais, p. 45 - segundo-autor: Marilia L. Peluso, GEA/UnB]
COMUNICAÇÃO SINÓPTICA COM EXPLÍCITA INTENÇÃO DE DAR PUBLICIDADE AO "CASO GEOGRÁFICO", JUNTO AO CÍRCULO DOS FILÓSOFOS E HISTORIADORES DAS CIÊNCIAS. O TRABALHO É UMA EXPOSIÇÃO SUMÁRIA SOBRE A LINGUISTIC TURN OCORRIDA NA HISTÓRIA DA DISCIPLINA, A PARTIR DOS ANOS SESSENTA. SENDO ASSIM, DÁ-SE RELEVO TANTO À CONJUNTURA SÓCIO-ECONÔMICA (AMBIÊNCIA POTENCIAL CONDICIONANTE), QUANTO À PECULIARIDADE TEÓRICO-METODOLÓGICA (IDENTIDADE CONCEITUAL) ... SEM, CONTUDO, SUSTENTAR A INTERVENÇÃO DE UMA CAUSALIDADE DETERMINÍSTICA - SEJA SOCIOLÓGICA OU LINGÜÍSTICA.
["... a efervescência em torno dessa opção deliberada por um discurso menos idiográfico coincide com a emergência dos modernos sistemas de comunicação e processamento de dados. E havia, decerto, como que um clamor tácito, reinvindicante de ciências humanas mais desenvoltas no plano propositivo e remediador ... Por outro lado, se avaliarmos a efervescência pelo que ela significou em termos de sistema de pensamento, paradigma filosófico, logo percebemos que o language turn que ajudou a referendar consistiu no refino de um tipo de positivismo a outro: das descrições detalhistas ... às explicações pormenorizadas ...." (p. 45)]
SOLICITE UMA CÓPIA! (dantereis@unb.br)