segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

[PB66] A longevidade da geografia teorética e quantitativa: trilogia descritiva de um caso europeu (parte dois)

Geografia (Rio Claro/SP)
[volume 39, número 3, p. 415-447, Set./Dez. 2014]
ARTIGO EM QUE APRESENTAMOS A HISTÓRIA DE UM CENTRO PIONEIRO, DIFUSOR DOS IDEÁRIOS DA "NOVA GEOGRAFIA" (SOBRETUDO AQUELES A VER COM O SISTEMISMO E A MODELAGEM MATEMÁTICA) - CENTRO PARA ONDE, CURIOSAMENTE, AINDA HOJE CONFLUEM OS PRATICANTES DE UMA GEOGRAFIA TEORÉTICA E QUANTITATIVA. TRATA-SE DE ENCONTROS MANTIDOS ININTERRUPTOS DESDE OS ANOS 1970. ESTA SEGUNDA PARTE DA HISTORIOGRAFIA CARACTERIZA A NATUREZA TEMÁTICA DAS COMUNICAÇÕES DOS PARTICIPANTES; SENDO RESSALTADA TAMBÉM A PRODUÇÃO INTELECTUAL DE QUATRO PERSONAGENS LOCAIS.
[extrato: "Se para o aspecto teorético teríamos o ‘aménagement’, e para o quantitativo, a ‘statistique’, se fôssemos propor um substativo-emblema para o viés técnico assumido pela Geografia dos anos 1970, sugeriríamos: informatique. Porque ela, que será referida já nas primeiras edições dos Colloques, estará presente, continuamente, noutros momentos." (416)]
Link: http://repositorio.unb.br/handle/10482/21843

sábado, 15 de novembro de 2014

[PB65] Universais de filosofia, história e geografia das ciências ... e o exemplar fértil da ciência geográfica

XIV Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia
[08-11 Out. 2014, UFMG, Anais, 15f.]
DIVULGAÇÃO DE UM PROTÓTIPO DIDÁTICO PARA O ENSINO DE "EPISTEMOLOGIA DA GEOGRAFIA": EMPREGO DE SEIS TÓPICOS-CHAVE ("ORIENTAÇÃO FILOSÓFICA", "FRONTEIRA E LINGUAGEM IDENTITÁRIA", "CAUSALIDADE E INDETERMINAÇÃO", "SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO", "PADRÕES DE EVOLUÇÃO" e "DIMENSÃO TÓPICA"); TÓPICOS ESTES, CLASSIFICADOS EM TRÊS ÂMBITOS METADISCIPLINARES: FILOSOFIA DA CIÊNCIA ("FC" - OS TRÊS PRIMEIROS), HISTÓRIA DA CIÊNCIA ("HC" - OS DOIS SEGUINTES) E GEOGRAFIA DA CIÊNCIA ("GC" - O ÚLTIMO).
[extrato: "... desejamos apresentar um balão de ensaio que reputamos interessante (e sobretudo por se tratar de um caso esquecido pela literatura em FC e HC): a ciência geográfica. Nosso propósito é, primeiramente, destacar o que julgamos ser os principais aspectos identitários dos estudos trisetoriais, de FC, HC e GC; e, em seguida, demonstrar de que formas estes aspectos têm podido (ou poderiam, virtualmente) ser explorados por eventuais interessados em historiografia ou epistemologia da Geografia." (p. 1)]
LINK: http://www.14snhct.sbhc.org.br/conteudo/view?ID_CONTEUDO=800
D.O.I.: 10.13140/2.1.3061.3284

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

[PB64] Filosofia e história da ciência geográfica: potencialidades de investigação pelos aspectos da linguagem e do vocabulário

IX Encuentro de Filosofía e Historia de la Ciencia del Cono Sur e XXV Jornadas de Epistemología e Historia de la Ciencia
[15-19 Sept. 2014, Universidad Nacional de Córdoba, Anais, p. 50]
COMUNICAÇÃO EM QUE APRESENTAMOS UMA PROPOSTA DE ABORDAGEM DIDÁTICA DOS MATIZES DE PENSAMENTO GEOGRÁFICO, MEDIANTE A IDENTIFICAÇÃO DE TERMINOLOGIAS E EXPRESSÕES DE ALTA INCIDÊNCIA NO DISCURSO DE PERSONAGENS SEUS REPRESENTANTES. ESTABELECEMOS, PARA ISSO, ALGUNS TERMOS-CHAVE COM FINALIDADE METODOLÓGICA: "CLÁUSULAS" (ELEMENTOS IDENTITÁRIOS DE CADA SISTEMA DE PENSAMENTO FILOSÓFICO); "ATRIBUTOS" (IDENTITÁRIOS DE CADA ESCOLA DE PENSAMENTO CIENTÍFICO - NESTE CASO, O GEOGRÁFICO); "HIPÓTESE DE CORRESPONDÊNCIA" (SUPOSTA "INOCULAÇÃO" DA ESCOLA [E] PELO SISTEMA [S], VIA REBATIMENTO "C->A"); E "ESTIGMAS LINGUÍSTICOS" (EXPRESSÕES TEXTUAIS PELAS QUAIS SE DEDUZIRIA A MANIFESTAÇÃO DAQUELE REBATIMENTO).
[extrato: "Na história da ciência geográfica, é possível divisar quatro matizes gerais ao longo de um século (1870-1970): GC, GTQ, GCR e GHP – siglas para quatro escolas de pensamento. Para cada uma delas, dada a sintonia com sistemas filosóficos respectivos (PC, PL, M e F), definem-se atributos identitários que terão um específico efeito vocabular: expressões conotativas de 'visibilidade', 'eficiência', 'infortúnio' e 'cognição'." (p. 50)]
SOLICITE UMA CÓPIA! (dantereis@unb.br)

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

[PB63] A longevidade da geografia teorética e quantitativa: trilogia descritiva de um caso europeu (parte um)

Geografia (Rio Claro/SP)
[volume 39, número 2, p. 191-223, Mai./Ago. 2014]
ARTIGO EM QUE APRESENTAMOS A HISTÓRIA DE UM CENTRO PIONEIRO, DIFUSOR DOS IDEÁRIOS DA "NOVA GEOGRAFIA" (SOBRETUDO AQUELES A VER COM O SISTEMISMO E A MODELAGEM MATEMÁTICA) - CENTRO PARA ONDE, CURIOSAMENTE, AINDA HOJE CONFLUEM OS PRATICANTES DE UMA GEOGRAFIA TEORÉTICA E QUANTITATIVA. TRATA-SE DE ENCONTROS MANTIDOS ININTERRUPTOS DESDE OS ANOS 1970. ESTA PRIMEIRA PARTE DA HISTORIOGRAFIA RADIOGRAFA AS CIRCUNSTÂNCIAS DE CONFORMAÇÃO DA CIDADE DE BESANÇON COMO POLO ONDE SE DESENVOLVERIA UM GRUPO DE ATORES IMBUÍDOS DA CAUSA RENOVADORA.
[extrato: "São dois os personagens cardeais, responsáveis pela iniciativa de criar um encontro científico, pensado para que em Besançon confluíssem, sazonalmente, pesquisadores interessados e engajados na modernização técnica vivida pela ciência geográfica. Jean-Philippe Massonie (1936-2009) e Jean-Claude Wieber (1932-2011)." (p. 196)]
Link: http://repositorio.unb.br/handle/10482/21842