sexta-feira, 8 de julho de 2016

[PB71] A inserção da questão "naturaleza de la ciencia" no ensino: uma notável experiência platina ... sugestiva para a geografia

Geografia (Rio Claro/SP)
[volume 41, número 2, p. 277-296, Mai./Ago. 2016]
SEGUNDA PARTE DA APRESENTAÇÃO À COMUNIDADE BRASILEIRA DE GEÓGRAFOS DOS ESTUDOS DE UM PESQUISADOR ARGENTINO MOVIDO PELO PROPÓSITO DE ROBUSTECER O ENSINO DE CIÊNCIA (AGUSTÍN ADÚRIZ-BRAVO, EM SEU DINÂMICO GRUPO "GEHyD" - "GRUPO DE EPISTEMOLOGÍA, HISTORIA Y DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS NATURALES"). NESTE ARTIGO, EM ESPECIAL, DAMOS REALCE A UM MODELO DIDÁTICO QUE ELE VEM SOFISTICANDO A FIM DE INTRODUZIR, NA FORMAÇÃO ACADÊMICA DE FUTUROS PROFESSORES, TÓPICOS DE HISTÓRIA E FILOSOFIA DA CIÊNCIA. AO FINAL, REFLETIMOS SOBRE A FERTILIDADE DO PROTÓTIPO PARA OS CASOS DO ENSINO ESCOLAR E UNIVERSITÁRIO DE CIÊNCIA GEOGRÁFICA. (ESTE MODELO VEM A SER UMA "MATRIZ", CUJAS COLUNAS REPRESENTAM AS ETAPAS EVOLUTIVAS DA EPISTEMOLOGIA, E CUJAS LINHAS INSTITUEM OS TEMAS-CHAVE MOBILIZADORES DE UMA ANÁLISE FILOSÓFICA DA PRÁTICA CIENTÍFICA AO LONGO DA REFERIDA EVOLUÇÃO).
[extrato: "O pesquisador sustenta que um recurso à Epistemologia só poderá ter real préstimo se, de antemão, o especialista em Didática da Ciência tiver claro o desenvolvimento (até épocas mais recentes) do campo da Filosofia da Ciência; e, assim, os aportes virtualmente úteis de cada corrente mapeável. São importantes, decerto, os aspectos formais da FC tradicional e seus legatários. Não devem ser rechaçados só porque hoje alvos fáceis de reprimenda. Do mesmo modo, os aspectos histórico e sociológico são incontornáveis. Contudo, nem por isso constituem o estágio definitivo ou mais bem acabado da FC. Essa é a advertência que nos faz Adúriz-Bravo." (284)]
Link: http://repositorio.unb.br/handle/10482/21906